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Para Serra, aumento do salário só “quando for possível”

Parece piada, ou brincadeira de mau gosto. De passagem por São Paulo, o presidenciável tucano afirmou em entrevista coletiva que a sua política de reajuste de salário mínimo será de melhorar “quando for possível”. É isto mesmo, para Serra, tratar de cuidar dos interesses dos trabalhadores brasileiros, só “quando for possível”. De acordo com a jornalista Suzana Vier da Rece Brasil Atual, que acompanhou a coletiva, o tucano não apresentou mais detalhes de quais condições estabeleceria para considerar o aumento. Questionado sobre sua proposta de política de reajuste do salário mínimo, Serra evitou dar detalhes sobre o tema, após participar de uma palestra-almoço com empresários do Grupo de Líderes Empresariais (Lide). Desde 2007, o governo federal mantém um acordo com as centrais sindicais sobre o tema. A fórmula usa a variação da inflação e do Produto Interno Bruto (PIB) para definir o novo piso salarial nacional do país. Na quinta-feira (22), Dilma Rousseff (PT), afirmou que assumiria o compromisso de manter o padrão de reajustes. Marina Silva (PV) ainda não se pronunciou a respeito.

 Parece piada, ou brincadeira de mau gosto. De passagem por São Paulo, o presidenciável tucano afirmou em entrevista coletiva que a sua política de reajuste de salário mínimo será de melhorar “quando for possível”. É isto mesmo, para Serra, tratar de cuidar dos interesses dos trabalhadores brasileiros, só “quando for possível”.

 

De acordo com a jornalista Suzana Vier da Rece Brasil Atual, que acompanhou a coletiva, o tucano não apresentou mais detalhes de quais condições estabeleceria para considerar o aumento. Questionado sobre sua proposta de política de reajuste do salário mínimo, Serra evitou dar detalhes sobre o tema, após participar de uma palestra-almoço com empresários do Grupo de Líderes Empresariais (Lide).

 

Desde 2007, o governo federal mantém um acordo com as centrais sindicais sobre o tema. A fórmula usa a variação da inflação e do Produto Interno Bruto (PIB) para definir o novo piso salarial nacional do país. Na quinta-feira (22), Dilma Rousseff (PT), afirmou que assumiria o compromisso de manter o padrão de reajustes. Marina Silva (PV) ainda não se pronunciou a respeito.

 

Durante o almoço com empresários, Serra preferiu centrar suas críticas aos aeroportos, ao MST e à economia brasileira. O candidato voltou a citar a transferência dos aeroportos para a iniciativa privada, mas relativizou a importância da Copa do Mundo de 2014 e a sobrecarga dos aeroportos brasileiros. “A Copa não é tudo isso”, disse. “O aeroporto de São Paulo já atende 100 mil na época da Fórmula 1″, citou.

 

Convidado pelo anfitrião do evento, João Dória Junior, a fazer uma viagem em voo comum, não de jatinho, o tucano disse que é possível que aceite. 

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