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Oferta de remédios para asma cresce 54% em um mês

Desde que o programa Saúde Não tem Preço passou a entregar medicamentos para asma de forma totalmente gratuita à população, o número de beneficiados já aumentou 54% em todo o País. De 4 de junho a 3 de julho, 71.607 mil pessoas retiraram os antiasmáticos das farmácias populares. Minas Gerais foi o estado com maior número de pacientes atendidos, chegando a 19,3 mil atendimentos.

Desde que o programa Saúde Não tem Preço passou a entregar medicamentos para asma de forma totalmente gratuita à população, o número de beneficiados já aumentou 54% em todo o País. De 4 de junho a 3 de julho, 71.607 mil pessoas retiraram os antiasmáticos das farmácias populares. Minas Gerais foi o estado com maior número de pacientes atendidos, chegando a 19,3 mil atendimentos.
 
Até 4 de junho, o governo federal arcava com 90% do custo dos remédios e os consumidores com 10%. Agora, o governo assume a contrapartida que era paga pelo cidadão e oferece de graça três medicamentos para a doença. Os antiasmáticos brometo de ipratrópio, dirpoprionato de beclometasona e sulfato de salbutamol foram incluídos na ação Saúde Não Tem Preço, ao lado dos 11 medicamentos para hipertensão e diabetes, ofertados gratuitamente desde fevereiro de 2011. A incorporação desses medicamentos ampliará o orçamento atual do Saúde Não Tem Preço em R$ 30 milhões por ano. O orçamento de 2012 do programa, sem contar os valores previstos para cobrir os custos com a inclusão dos medicamentos para asma, é de R$ R$ 836 milhões.
 
A ação integra o programa Brasil Carinhoso, lançado em maio deste ano, cujo objetivo é tirar da miséria crianças de até seis anos. A asma está entre as principais causas de internação entre crianças nesta faixa etária.
 
 Mais informações: www.saude.gov.br
Disque Saúde 136
 
Com informações da Secom

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