Desemprego permanece estável no Brasil, informa Dieese
Contra estatísticas, índices e números não há contestação, afirmariam os economistas. Nos últimos anos, ao logo das gestões do PT, a economia manteve-se estabilizada, alcançando índices de elevação e taxa de desemprego seguiu a cair ou pelo menos estagnada. Os dados recentes de fevereiro atestam esse panorama, pois no período a taxa de desemprego se conteve paralisada, segundo pesquisa da Fundação Seade e pelo Dieese
Contra estatísticas, índices e números não há contestação, afirmariam os economistas. Nos últimos anos, ao logo das gestões do PT, a economia manteve-se estabilizada, alcançando índices de elevação e taxa de desemprego seguiu a cair ou pelo menos estagnada. Os dados recentes de fevereiro atestam esse panorama, pois no período a taxa de desemprego se conteve paralisada, segundo pesquisa da Fundação Seade e pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) em sete regiões metropolitanas e divulgada nesta quarta-feira.
O índice ficou em 10,5%, ante taxa de 10,4% registrada em janeiro. O índice em São Paulo também ficou estável no mês passado, passando de 10,5% em janeiro para 10,6% em fevereiro. Em Porto Alegre, a taxa se manteve estável em 7,3%. Em Recife, variou de 13,5% para 13,9%. Em Salvador, passou de 13,6% para 14,3%. Em Belo Horizonte e Fortaleza, as taxas variaram de 7,7% para 7,8% e de 8,5% para 8,6%, respectivamente.
No Distrito Federal, a taxa passou de 12,6% para 12,7%. Na divisão por atividade, o nível de ocupação cresceu em apenas um dos cinco setores: outros (serviços domésticos e outros ramos de atividade), com a abertura de 26 mil vagas. No setor de serviços, foram fechadas 68 mil vagas, seguido pelo comércio, com 65 mil, e indústria, com menos 8.000 postos de trabalho, quantidade igual à registrada na construção civil (8.000).
Esses números comprovam a manutenção da política econômica, agora, no governo da presidenta Dilma Rousseff, seguindo as diretrizes adotadas nos últimos anos pelo governo Lula. Isso é fruto de ações pontuais que colocaram o Brasil no trilho do crescimento econômico nacional e internacional, restabelecendo a ordem financeira do país e o estímulo ao consumo, e, consequentemente, à geração de emprego e renda, ao considerarmos, certamente, os mais 15 milhões de postos de trabalhos criados nos últimos anos.
