“O futuro é a convergência. Em pouco tempo, para o cidadão será indiferente se o sinal vem da radiodifusão ou das empresas de telecomunicações. E regular o setor neste cenário é um desafio necessário. Sem isso não há segurança jurídica, nem como a sociedade produzir um ambiente onde o interesse público prevaleça sobre os demais”
do ministro Franklin Martins (Comunicação) que defende a regulação das mídias e das tecnologias porque garantem pluralidade e estimula competição no mercado das comunicações.